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Abóbora

  • ABÓBORA
Nome científico: Cucúrbita moschata (abóbora); Cucúrbita máxima (moranga); Cucúrbita pepo (abobrinha italiana)
Família: Cucurbitáceas
Nome comum: abóbora, moranga, abobrinha, abobrinha-italiana (abobrinha de moita)
Origem: abóbora e abobrinha-italiana – região central do México; moranga – região sul do Peru, Bolívia e norte da Argentina.

Descrição e característica da planta:
a) abóbora e moranga: as plantas produzem ramas rasteiras e podem chegar a 6 metros de comprimento. À medida que as ramas se desenvolvem, novas folhas e botões florais são emitidos. Essas plantas formam estruturas para fixação nos suportes que são as gavinhas e as ramas em contato com o solo emitem raízes que auxiliam na sua fixação. As folhas são grandes e de cor verde-escura com manchas prateadas nas abóboras e sem essas manchas em morangas. Como em todas as plantas da família das cucurbitáceas, elas produzem flores masculinas e femininas separadas na mesma planta, são monóicas. As flores masculinas são produzidas em maior quantidade que as femininas e ambas produzem pétalas grandes e amarelas. As flores femininas são facilmente identificadas porque apresentam ovário bem desenvolvido na base de cada flor com formato de frutinho. A polinização da flor é feita normalmente pelas abelhas, sem a qual não haverá formação de frutos. As condições climáticas para bom desenvolvimento vegetativo e frutificação são temperatura amena a quente e boa disponibilidade de água durante todo o ciclo. Dependendo da variedade ou híbrido, temperaturas muito altas ou baixas podem prejudicar a produtividade. Todas as cucurbitáceas cultivadas não toleram geadas. A propagação é feita através de sementes.
b) abobrinha italiana – as plantas não formam ramas compridas como nas abóboras e nas morangas. As hastes são curtas, dando um aspecto de moita, onde as folhas grandes ficam bem próximas uma das outras. O florescimento e a frutificação ocorrem à medida que as folhas são emitidas pelas plantas. Da mesma forma que as abóboras e morangas, a abobrinha-italiana produz flores masculinas e femininas, separadas na mesma planta (monóica), e necessita da abelha para ocorrer a polinização das flores femininas. As condições climáticas favoráveis ao bom desenvolvimento vegetativo e à boa frutificação são temperaturas amenas a quente e boa disponibilidade de água durante todo o ciclo da cultura. A propagação dessas plantas é feita através de sementes. 
 
Variedades mais comuns:
1) Abóbora – Menina Brasileira, Caravela, Pira-Moita, Duda, Goianinha, Canhão, Redonda Amarela Gigante, Caravela, Spaghetti;
2) Moranga – Coroa, Alice, Carijó, Tropical; 3) Híbridos interespecíficos (resultante do cruzamento entre linhagens de moranga e abóbora) – Tetsukabuto;
3) Abobrinha-italiana – Caserta, Clarinda, Atlanta, Alba, Clara, Anita, Clarice, Princesa, Anna Gold e Goldfinger.

Produção e produtividade: O Brasil é um grande produtor e consumidor de abóboras, tanto de verdes como de maduras. A produtividade de abóbora é seguinte: 10 a 13 toneladas por hectare, quando se colhe frutos verdes; 12 a 20 toneladas/hectare de frutos maduros; 8 a 15 toneladas/hectare de frutos dos híbridos Tetsukabuto; 8 a 10 toneladas/hectare de abobrinha-italiana, que são colhidos ainda verdes. As abóboras e morangas são cultivadas em todas as regiões brasileiras, enquanto que os híbridos interespecíficos e a abobrinha-italiana são produzidos mais na região Sudeste do Brasil.
Utilidade: As abóboras e morangas são consumidas, tanto verdes como maduras, no preparo de muitos pratos da culinária. Os frutos maduros são largamente utilizados no preparo de doces diversos.

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