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Jiló

Nome científico: Solanum gilo
Família: Solanáceas
Nome comum: jiló
Origem: Índia ou África
Descrição e característica da planta: a planta é herbácea, anual, muito semelhante à berinjela, mas os frutos são bem menores, arredondados ou alongados e de sabor amargo característico. As folhas são de tamanho médio a grande, inteiras e a sua coloração, dependendo da variedade, pode variar de verde-clara a verde-escura. As flores são hermafroditas, pois têm os dois sexos na mesma flor e são autoférteis. A planta se desenvolve bem em condições de temperatura amena à quente e com boa disponibilidade de água durante todo o ano, mas tolera bem a seca em comparação com a berinjela. A propagação é feita através de sementes. Em geral, as mudas são formadas em bandejas especiais de isopor, em copinhos contendo um substrato ou preparadas em canteiros. As variedades com frutos alongados ou arredondados são de coloração verde-clara, verde-escura ou intermediária entre as duas. Dentre as diversas variedades existentes destacam-se: Morro Grande e Rei do Verde (frutos redondos) e Comprido Verde-claro e Tinguá (frutos alongados).
Produção e produtividade: as colheitas iniciam-se 80 a 100 dias após a semeadura e pode prolongar-se por mais de 100 dias, se as plantas apresentarem boa sanidade e vigor. A produtividade pode variar de 16 a 20 toneladas de frutos por hectare. A produção de jiló está concentrada principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Utilidade: o jiló é consumido ainda verde com sementes ainda tenras, cozido, em mistura com carnes e verduras, frito e em saladas depois cozido e em outros usos na culinária. O fruto apresenta razoável quantidade de carboidratos, proteínas e vitaminas A, C e do complexo B e boa fonte de sais minerais como cálcio, fósforo e ferro

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