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Salsão

Nome científico: Apium graveolens var. dulce
Família: Apiáceas (sinonímia: Umbelíferas)
Nome comum: salsão, aipo
Origem: Europa
Descrição e característica da planta: o salsão é uma hortaliça, cujo aspecto da planta se assemelha a mandioquinha-salsa. A parte comestível é a folha, constituída por pecíolo, que é a parte basal esbranquiçada, e os folíolos. O corte da planta para comercialização é feito 100 a 140 dias após a semeadura. A planta se desenvolve bem em condições de clima ameno, solos profundos e com boa drenagem, boa disponibilidade de água durante todo o seu desenvolvimento vegetativo, solos ricos em matéria orgânica, livres de inundação e não tolera geada. Na condução da cultura, deve-se atentar para não provocar deficiência de boro, porque a planta é muito exigente a esse micronutriente.  As plantas com deficiência em boro apresentam sintoma de rachadura e/ou manchas de coloração marron, seguido de trincamento do pecíolo (parte basal da folha). A propagação é feita através de sementes. Em geral, as mudas são produzidas em bandejas para produção de mudas e depois transplantadas em local definitivo no campo. As variedades mais conhecidas são: Tall Utah 522-75 e Giant White Pascal.
Produção e produtividade: para a comercialização, as plantas são arrancadas,  lavadas, suas raízes cortadas e depois comercializadas em maços ou em plantas individualizadas, quando bem desenvolvidas. A região Sudeste do Brasil, principalmente o Estado de São Paulo, é a maior produtora de salsão do nosso país.
Utilidade: o salsão pode ser consumido ao natural em forma de saladas, canapês ou cozidos; no tempero de certas sopas, ensopados de carne e molhos e na produção de aipo em pó, utilizado em sopas de rápido preparo. Na sua composição, contém pequenas quantidades de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. Rico em fibras, age como antioxidante, evitando a destruição de células, e é alimento digestivo e refrescante..

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