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 Rijk Zwaan

 

 

 

Apesar de crise, crescem assinaturas para compra de hortaliças

 

Vendas são feitas pela internet; valor mensal varia de R$ 144 a R$ 299.
Atualmente, serviço atende a cerca de 200 clientes no Estado.

 

Oferecendo produtos frescos e comodidade, o empreendedor João Antonio Amorim ele está conseguindo expandir o negócio em meio à crise que o Brasil enfrenta. Sem sair de casa, o cliente recebe cestas recheadas de legumes, hortaliças e frutas. Há um ano, quando o negócio começou, eram 10 clientes. Atualmente, segundo Amorim, são pelo menos 200 fregueses em sete cidades do Estado de São Paulo. Os pedidos chegam pela internet.

"A pessoa faz uma compra pelo site, efetua uma assinatura, paga uma vez por mês e a gente entrega quatro cestas, sendo uma por semana", explica Amorim. Ele diz ainda, que o cliente pode escolher o que quer em sua cesta. "A ideia é a cesta sempre ser diferente."

Ele conta que três funcionários ajudam a montar as cestas que são vendidas em três tamanhos diferentes. A pequena - que serve até duas pessoas - custa R$ 144,60. A média que atende até quatro pessoas sai por R$ 219,60. Já a grande que serve até seis pessoas custa R$ 299,60. Todos os valores são cobrados por mês e os alimentos são para uma semana.

Além disso, ele conta que entre seus principais clientes estão casais e jovens. "Casais jovens, com filhos, estudantes, solteiros, famílias de três ou quatro pessoas em que os pais passam a maior parte do tempo fora de casa."

O vendedor diz ainda que as entregas são feitas três vezes na semana e, para isso, cobra uma taxa de R$ 10, independentemente da cidade em que ele estiver.

Toda semana tem novidade e, para montar as cestas e oferecer produtos que vêm direto dos agricultores, João conta com 15 fornecedores, sendo que boa parte é do Alto Tietê.

Um desses produtores rurais é Fernando Ribeiro, que tem um sitio de 5 mil metros e produz, em média, 2 mil maços de rúcula e 10 mil pés de alface por semana. "Hoje a gente tem entre 12 e 14 clientes fixos, que compram todo dia e que distribuem entre São Paulo, Litoral Norte e a região de Mogi das Cruzes."

Tudo é hidropônico e produzido em estufas. A vantagem, segundo o agricultor, é que as hortaliças nesse sistema duram em média sete dias a mais do que as produzidas na terra. Além disso, elas estão livres de insetos. Ribeiro conta que só Amorim, por semana, encomenda 100 unidades de rúcula e alface.

"Eu já conhecia este tipo de trabalho com outros itens, como cestas de cereais, cesta de frutas e lanches. Acho interessante porque existe uma satisfação em a gente produzir um alimento e, principalmente, saudável. Isso ainda propicia que nossa marca vá até o cliente final."

Otimista, ele diz que essa é uma forma de expandir também os negócios dele. "Ele vai totalmente de encontro com que o mercado busca hoje, que é praticidade em produtos de qualidade. Então, eu tenho certeza que esse negócio vai crescer bastante ainda."

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