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 Rijk Zwaan

 

 

 

Personagens

Tafa - A Alface

Era uma linda manhã de sol, e as crianças queriam jogar futebol na Hortolândia. O mais difícil foi encontrar o lugar ideal...
 Pedrinho achou duas árvores, que serviam como traves para o gol.
 - Pessoal, eu começo como goleiro, e depois a gente troca.
 - Tudo bem! - E a bola começou a rolar.
 O grande problema estava sendo as árvores, que às vezes atrapalhavam as jogadas de Pedrinho, que na metade do jogo, acabou arranhando o braço em uma delas:
 - Ai, logo agora que ia marcar um gol!
 Mas, não foi o suficiente para acabar com a alegria. E continuaram a brincadeira...
 Ao final da tarde, Aninha observa:
 - Veja só, Pedrinho, o arranhão já está começando a secar!
 - Ah, gente... É verdade. Eu acabei me esquecendo de explicar sobre isso.
 - Nesses dias, eu estive passeando aqui pela Hortolândia, e conheci uma moça bem legal, que está me ajudando a ter uma melhor coagulação do sangue! - Explica Pedrinho.
 - Ai, que saco, Pedrinho! - Reclama Vanessa irritada. - Por que você sempre é metido a falar tão difícil? Explique o que é coagulação, porque eu não entendi nada...
 - Nossa como você é nervosa, Vanessa! A coagulação é quando o seu sangue endurece, pra formar a casquinha por cima de ferimentos. E o que ajuda muito nisso é a vitamina K.
 Marcelinho fica interessado e pergunta:
 - E onde tem vitamina K, Pedrinho?
 - A-hááá! É aí que entra minha nova conhecida. Tafa venha conhecer meus amigos!
 E nesse instante aparece uma plantinha toda crespa, de um verde claro muito bonito.
 - Olá, amigos do Pedrinho! Meu nome é Tafa, eu sou uma...
 - Alface! - Exclamam todos admirados.
 E Aninha perguntava:
 - Então são nas alfaces que tem a tal vitamina?
 - Exatamente - confirma Tafa. - O consumo frequente de alface é muito bom, não só por causa da vitamina k, mas também pela limpeza que realiza em seus intestinos. Viram como sou importante?
 - Ééé... Importante, e bem modesta também - implica Vanessa.
 Novamente, Marcelinho pergunta:
 - Ei, Pedrinho, há quanto tempo você está comendo alface?
 - Bom... Eu conheci a Tafa faz uma semana e meia. Ela me perguntou se eu não queria experimentar a alface, e acabei levando um pé pequenininho para que a Tia Cláudia preparasse pra mim. Gostei muito, e depois disso peguei mais dois. E agora vejo os resultados...
 - Boa coagulação do sangue e sistema digestivo regulado! - Exclama Tafa.
 - E daí, quantos pezinhos de alface vão levar?
 Vanessa não dá o braço a torcer:
 - Mas como você é convencida, Tafa! Credo! Só vou comer alface porque o Pedrinho falou que faz bem.
 - Ah, fale a verdade. Você gostou foi do meu charme! - Brinca a alface.
 Essa foi demais para Vanessa, Enquanto ela corria atrás da Tafa, ela dava a sugestão:
 - Experimentem bolinhos de alface. São de dar água na boca!

 

Leia mais: Tafa - A Alface

Biro - O Arroz

Fazia um lindo dia na Hortolândia, e Tio João convidou as crianças para um passeio a cavalo...
- Nossa! Como esse cavalo é grande! - Espantou-se Aninha.
- Não precisa ter medo. Ele é bem mansinho - explicou Tio João.
Assim, Vanessa e Aninha montaram primeiro. Tio João foi acompanhando as garotas ao lado do cavalo, pois elas nunca haviam montado antes.
- Oba! Que legal! Quando eu crescer, quero ser criadora de cavalos - gritava Aninha, entusiasmada. Os garotos iam na frente, contando piadas e observando tudo ao redor. Marcelinho se interessou por uma plantação estranha, cheia de água, onde cresciam algumas plantinhas. Curioso, foi conferir de perto, e logo chamou os demais:
- Venham só ver o que eu achei!
- Mentira! Eu é que achei ele primeiro! - Gritou a plantinha, toda risonha.
Enquanto os outros chegavam, Vanessa desceu do cavalo correndo e já foi perguntando:
- Marcelinho, que bicho alegre é esse aí?
- Não sou bicho, não! - Ria a plantinha. - Sou uma espiga de arroz, e me chamo Biro.
- Uééé... mas arroz não é pequenininho e branquinho? - Contestou a menina.
Biro explicou:
- É sim! Mas aqui você está me vendo com essa casca, e ela é a roupa que me protege.
- Eu não gosto muito de arroz, não... - Comentou Vanessa.
- Ah, eu acho que você não está falando a verdade - duvidou o arroz. - Existem tantas formas diferentes deliciosas de preparar o arroz... além de ser uma fantástica fonte de proteínas.
- Eita! Agora o Biro começou a falar grego. O que são proteínas?
- São nutrientes que não podem faltar no nosso corpo. Nossas células são feitas de proteínas! Elas estão presentes em todos nós: nos ossos, nos nervos, no sangue, no cérebro, e até uma simples unha ou um fio de cabelo têm proteína - explica a plantinha.
- Quer dizer que se eu comer arroz meus cabelos irão crescer mais fortes? - Pergunta Aninha, toda vaidosa.
- Mas claro! E não é só o cabelo. A própria pele é formada por proteínas e, como ela se desgasta a todo momento, precisa sempre de mais proteína para se formar de novo - diz Biro.
- Pele e cabelos bonitos? Acho que vou começar a gostar mais de arroz... - comenta Vanessa.
E Marcelinho, muito curioso, entra na conversa:
- Mas como é colhido o arroz., Biro?
- Bem... nós somos colhidos por máquinas, e depois levados para fábricas. Lá somos preparados, e nos deixam prontos para o consumo.
- Uau! Eu nem imaginava que era preciso tudo isso pra poder comer arroz - diz Pedrinho.
- E ainda tem mais: a melhor maneira de ter proteína com boa qualidade é comer arroz com feijão. Assim todos estarão garantindo muita saúde!
Aninha olha para os amiguinhos e pergunta:
- Gente, o que vocês acham de pedirmos para a Tia Cláudia preparar um gostoso arroz com feijão?
E todos concordam, inclusive o Tio João (que já devia estar morrendo de fome):
- Grande, Aninha!!!

 

Tabela de Nutrientes do Arroz

Em 90 gramas de arroz branco cozido (+ ou - 3 colheres de sopas cheias) temos:

- 150.30 Calorias
- 29.07 g Glicídios
- 2.07 g Proteínas
- 0.45 g Lipídios
- 14.40 mcg Vit.B1
- 73.80 mcg Vit.B2
- 0.63 mg Vit.B3
- 2.70 mg Cálcio
- 48.60 mg Fósforo
- 0.72 mg Ferro
- 253.80 mg Sódio
- 63.00 mg Potássio

Na mesma medida de arroz integral temos:

- 268.20 Calorias
- 54.402 g Glicídios
- 11.75 g Proteínas
- 0.41 g Lipídios
- 16.20 mg Cálcio
- 381.60 mg Fósforo
- 3.41 mg Ferro

Observação: Tendo em vista o valor nutricional mais elevado no arroz integral, vale a pena a opção de arroz.

Arroz Colorido

Ingredientes:

- 2 fatias de uma cebola grande, bem picadas
- 1 cenoura média ralada
- 1 maçã média cortada em cubos pequenos
- 4 xícaras de arroz cozido
- Meia xícara de uvas-passas
- Meia xícara de castanhas-do-Pará, bem picadas
- Cheiro-verde a gosto

Modo de fazer: Refogue bem a cebola e a cenoura. Acrescente o arroz cozido, as maçãs as uvas-passas e as castanhas-do-Pará. Sirva quente. Rende 4 porções.

Peça a ajuda de um adulto para preparar esta receita.

Nôra - A Cenoura

As crianças passeiam pela Hortolândia, cantando e rindo à beça, quando vêem o tio João lá longe, cortando os galhos de algumas árvores.

- Olá, crianças! Estou podando as árvores, para que elas cresçam viçosas e dêem mais frutos.
Interessados, Pedrinho e Marcelinho perguntaram:
- Podemos ajudar?
- É claro - responde tio João. - Levem os galhos cortados para aquele monte de lá, por favor. As meninas não perdem tempo, e começam a ajudar também.
Assim, as crianças, andando de um lado para o outro, carregam os galhos, até que Marcelinho começa a reclamar:
- Ai, meus olhos estão ardendo!
- Hum, o que será? - Pergunta Vanessa. - Será que entrou alguma coisa nos seus olhos?
Sem deixar chance para alguém mais falar, Marcelinho insiste:
- Não entrou nada não! é que já vai ficar escuro, e não consigo enxergar direito. Quando há pouca luz, meus olhos ardem, porque preciso forçar a visão.
- Tadinho! - Diz Aninha, chegando perto do amiguinho.
Vanessa também para de arrastar os galhos e vai consolar Marcelinho.
- Vamos carregar logo esses galhos, - diz Pedrinho com ciúmes.
- Você está é fazendo manha.
- Não estou fazendo manha, não. Os meus olhos estão doendo de verdade!
- Pare com esse ciúme bobo, Pedrinho - diz Aninha. - O Marcelinho precisa descansar um pouco.
- Tá bom, me desculpem - defende-se Pedrinho.
Naquele momento, Pedrinho puxava um galho quando, no meio do caminho, ele passou bem perto do canteiro das cenouras, acabando por arrastar uma delas.
- Ei, vocês aí, me ajudem. Ai, ui, isso tá doendo!
- O que é isso?
-Sou euzinha aqui! Me ajudem, por favor.
Pedrinho livra a cenoura do galho e ela agradece:
- Muito obrigada. Me chamo Nôra. Muito prazer!
- Ué, como não vimos você antes? - Pergunta Vanessa.
- É que eu vivo debaixo da terra. Sou uma cenoura!
- É, mas voltando ao assunto, queria dizer que posso ajudar o seu amigo, pois tenho muita vitamina A que é im-por-tan-tís-si-ma para a visão... Esse cansaço pode ser falta de vitamina. É só comer uma cenoura por dia, que os problemas com a visão vão diminuir.
- Uau!!! Eu não sabia disso... - Diz Vanessa.
- Mas antes de comer a cenoura é preciso lavar bem e raspar a casca - adverte Nôra.
- Então vamos pedir ajuda para Tia Cláudia! - segure Pedrinho.
- Claro! E peçam para ela fazer um suco de cenoura com laranja, fica delicioso!

Janjão - O Feijão

Finalmente chegaram as férias. Pedrinho, Aninha, Vanessa e Marcelinho iriam passar alguns dias na casa dos seus tios João e Cláudia. O casal toma conta de um pequeno mundo cheio de magia, onde são cultivado diversos tipos de legumes e cereais.
E você sabe como se chama esse lugar especial? Isso mesmo é a Hotolândia.
Lá, tudo era novidade. Os legumes tinham  cores e formas diferentes, e pareciam muito gostosos. Alguns até eram conhecidos, mas a grande maioria deles, nossos amigos nunca tinham visto antes. Assim, amanhece o primeiro dia de férias das crianças na Hortolândia, e eles resolveram fazer um passeio para conhecer melhor o lugar.
Ao longo da caminhada, Aninha começou a sentir algumas "fisgadas" no músculo da coxa.
- Ai, gente, esperem um pouquinho... Estou sentindo uma dorzinha chata na perna!
- Se estiver doendo muito, a gente volta - Falou Pedrinho, preocupado.
Mas Aninha explicou que não era grande coisa:
- Não precisamos voltar, não! É só eu descansar um pouco que logo passa. De vez em quando sinto essa dor nas pernas. Geralmente dá quando eu ando demais...
- Como eu suspeitava... Só pode ser falta de potássio!
- Quem falou isso? - Marcelinho deu um pulo e pegou um galho do chão - Cuidado que eu estou armado!
- Calma, guerreiro ninja! Sou apenas eu, o Janjão. Estou aqui dentro dessa vagem seca! Será que vocês podem me ajudar a sair?
- As crianças se aproximaram do parreiral - que parecia com várias cabanas indígenas - e pegaram a vagem da qual vinha a voz. Imagine só o susto da Vanessa (que estava abrindo a vagem), quando na sua mão pula um... grão de feijão falante!
- Oooooiii! - cumprimentou o Janjão.
- Aaaaaiii! - Tem um bicho na vagem! Grita Vanessa.
- Que bicho, o quê, Vanessa! É só um feijão - Explica Pedrinho.
- Puxa, então é de lá que os feijões vêm! Suba aqui na minha mão, amiguinho! - Convida Marcelinho, largando o galho.
- Assim, Janjão sobe na mão do garoto e começa a falar:
- Estive prestando atenção na conversa entre vocês, e acho que a sua amiguinha precisa de algumas proteínas que deixem seus músculos mais fortes e resistentes.
- Uma delas eu tenho: É o potássio. Porém, o ideal é ingerir legumes diariamente... só então você vai notar uma grande melhoria nessas dores nos músculos.
- Então vamos colher algumas vagens, para separar os feijões! - Exclama Pedrinho empolgado.
- É isso aí! - Comenta Janjão - E alguns tipos de vagens podem ser cozidas e preparadas como salada quente. Como molho branco, por exemplo, é uma delícia.
Pedrinho nem prestava mais atenção em Janjão. Já estava lá, colhendo os feijões.
Logo em seguida, as outras crianças correm para se juntar, e Aninha foi dizendo:
- Oba, gente! Vamos lá ajudar o Pedrinho! Tenho certeza que a feijoada da Tia Cláudia deve ser fantástica!

Beta - A batata

Após uma chuva insistente que deixou a crianças uma manhã inteira dentro de casa, finalmente o sol aparece e, junto com ele, um belo arco-íris...

- Vejam só! Que lindo arco-íris! - Chamava Vanessa. No mesmo instante, as outras três crianças - curiosas, como sempre - chegaram junto da amiguinha.
- Que linda cores! - Comentou Pedrinho.
Marcelinho, fazendo cara de sério, começou a falar: - Meu pai sempre me falava que no fim do arco-íris tem um pote cheio de moedas de ouro, que são de quem as encontrar...
Aninha logo se interessou:
- Imaginem, só! Podemos achar o pote e dividir tudo entre nós!
Os dois garotos se olharam... e saíram em disparada, gritando:
- O último a chegar no arco-íris é mulher do padre!
As crianças correram sem parar pela Hortolândia, pulando cercas, passando por diversas plantações, sempre de olho no arco-íris. Marcelinho, cansado, chama pelos amigos:
- Arf! Arf! Chega, pessoal!
Pedrinho continua correndo e, olhando para trás, acaba tropeçando em uma plantinha, arrancando até a raiz da terra...
- Por que você não olha por onde corre, seu doido?
- Quem falou isso? - Pergunta Pedrinho.
- Fui eu! Me chamo Beta, e sou uma batata.
Nesse instante, as crianças correm para conhecer o outro morador da Hortolândia. Por último, chega Marcelinho, esbaforido e reclamando:
- Precisam sempre ir tão depressa? Eu estou morto de cansaço!
Beta, ouvindo as lamentações do garoto, explica:
- Eu sei o que você precisa: de glicídios.
- E o que vem a ser isso? - Pergunta Aninha, com os olhos arregalados.
- É um tipo de açúcar fundamental para nos dar bastante energia e disposição. Euzinha aqui, por exemplo, sou uma fonte de glicídios. É só comer batatas regularmente, que seu corpo terá maior resistência - explica Beta.
- Hummm! E batatas podem ser preparadas de diversas formas, não é, Beta? - Pergunta Vanessa.
- Isso mesmo! Batata frita, assada, purê, salada de batatas... dá até para usar na massa de pães!

Sem perder tempo, Marcelinho começa a colher batatas , pensando em pedir para Tia Cláudia preparar uma gostosa sopa para o jantar... Afinal, não quer perder corridas para sempre!

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